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Coletiva VEC Virtual

Ana Rey

Nascida e graduada em Letras em Córdoba, Argentina. Residente, desde 1994, em São Paulo, Brasil.

Atualmente, realiza Acompanhamento de Projetos no Hermes Artes Visuais, SP, e, recentemente, participou de uma residência artística na Kaaysá Art Residency, em Boiçucanga, SP. Entre participações em salões e premiações, destacam-se as individuais: Pinacoteca de São Bernardo do Campo, SP (2016); Estado em Suspensão, Centro Cultural do Solo Sagrado de Guarapiranga, Fundação Mokiti Okada, SP (2015); Obra-Dobra, ABRA, São Paulo (2011). Coletivas: Anatomia de uma Convivência, na Galeria Rabieh, com organização de Carla Chaim, Nino Cais e Marcelo Amorim, Baralho em Hermes Artes Visuais, Abraço Coletivo em Pompéia, organizada por Paula Borghi e Ateliê 397, No Dia Primeiro, No Nono Andar, Jardins, com organização de Carla Chaim, Nino Cais e Marcelo Amorim, SP  (2019); Entre o Micro e o Macro é a distância que habito, Galeria Fresta, Sobe o sol ou a noite desce? No Vão Espaço de Arte, com organização de Carla Chaim, Nino Cais e Marcelo Amorin, SP (2018); mostra Reconstrução, no Espaço Contraponto55, organizada por Marco Giannotti; DO DESENHO AO DESENHO, com organização de Rubens Pontes, na Galeria Vértice, SP (2017); Entrevidros no Salão de Exposições de Santo André, SP (2016); Exposição Solo10, no Centro Cultural Solo Sagrado de Guarapiranga da Fundação Mokiti Okada, SP (2013); Incômodos, Casa do Olhar Santo André, SP (2012).

https://www.anarey.com.br/    
@anarey100
ana_rey_crespo@hotmail.com

 
A produção de Ana Rey é construída de relações, onde suas intenções e escolhas se organizam diante de suas especificidades técnicas e do material. São relações entre natureza e construção arquitetônica, linhas retas e orgânicas, luz e sombra, desencaixes, detalhes, dobras, bordas, tempo e espaço, em seus paradoxos e assimilações. A artista nos dá um bom caminho sobre seus interesses: “Meu processo de produção inicia-se com a observação da paisagem, lugares percorridos, conhecidos, visitados ou de âmbitos cotidianos de onde são “extraídas” ou “recortadas” formas ou fragmentos que serão transformados, sintetizados ou reformulados no fazer artístico, constituindo séries que podem se apresentar como pintura, desenho, objeto, instalação ou fotografia.”
 

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